Todo mundo espera alguma coisa de um sábado a noite?

2008 Outubro 29

 

Sábado a noite chegamos em casa cansados de uma festa na casa de amigos, não havia ninguém em casa, tudo estava silencioso, o tempo estava abafado e a noite quente sem uma única brisa que aplacasse o calor das peles ardentes, eu parecia poder ouvir o barulho de minha pele ardendo tal qual bacon na chapa, deixei ele deitado na cama o ar condicionado ligado assistindo um programinha meio duvidoso daqueles que só a Tv aberta de sábado a noite é capaz de transmitir, entrei no banho, a água estava quente e deixei a porta do box aberta e a do banheiro entreaberta, para que o ar do quarto circulasse também no banheiro, fiquei muito tempo sob a água, até meus dedos ficarem parecendo ameixas, finalmente me ensaboei cuidadosamente e quando me voltei para a porta o encontrei lá, estático e ereto me observando, observei por um tempo o volume na bermuda clara, e sorri, ele me perguntou do que estava rindo e respondi que era do calor que ele deveria estar sentido, perguntei se ele queria entrar também, mais ele disse que estávamos atrasados para o outro compromisso que tinhamos, perguntei se queria que eu saísse e ele respondeu que não ainda, que poderia terminar de me ensaboar, mais que ficaria alí segurando a toalha para quando eu saísse.

Enquanto deslizava o sabonete por minhas curvas ele me disse que achava o modo como eu me ensaboava muito peculiar, com um apelo erótico muito intenso. Achei engraçado e dei risada, apanhei a toalha das mãos dele e ele voltou para se deitar na cama.

Sai do banheiro e então estava o problema, precisava trocar de roupa e sabia que se me despisse na frente dele ele não resistiria e não sairiamos mais naquela noite.

Pedi que ele me aguardasse em outro cômodo, como na sala, ele saiu, e ainda me enxugava com a toalha quando olhei para a porta que estava entreaberta, apesar de eu ter encostado-a toda e lá estava ele me observando pela fresta do mesmo modo como no banheiro, instintivamente me enrolei novamente na toalha e nem tive tempo de perguntar o que ele fazia alí novamente me observando, porque ele adentrou o quarto e me agarrou com força arrancando a toalha, me jogou sobre a cama, prendeu minha mãos com uma das suas, e começou a deslizar a outra mão e a língua por sobre o meu corpo de modo delicioso, como se tivesse sede após atravessar o deserto, sede de mim.

A língua quente deslizava em meu sexo e a cada investida a ar frio tocava a umidade quente e eu me arrepiava e gemia e me contorcia nos arrepios de prazer intensos que me provocava, meus seios doiam de vontade de serem também agraciados com aquela abençoada exploração e como que num pressentimento ele os tomou nas mãos e na boca um a um., eu gritei com força e ele me jurou fazer gritar a plenos pulmões para ele.

Deitou sobre o meu corpo arranhando a pele de minhas coxas com os dedos fortes, enquanto apertava com forças as nádegas e me beijava na boca, respirando com força, convulcionado se agarrou a mim e rolou meu corpo sobre o dele me encaixando, e me puxando pelo pescoço para o beijo, começou aos poucos e a cada mivimento batia com mais força em minhas nádegas que ardiam, e me fazia gritar mais e mais forte, se contorcia, apertava com força, arranhava, e batia, e eu me contorcia sobre ele e gritava e gemia em alto e bom som, enquanto ele dizia no meu ouvido que aquilo era para aprender a não provocá-lo nunca mais, para eu aprender a não ser mais malvada.

Me colocou de quatro e continuava a sessão de movimentos, arranhões, apertões e tapas fortes que faziam minha pele estalar, me puxava pelos cabelos e trincava os dentes, num arroubo me puxou para a beirada da cama e de pé colocou minhas pernas em seu peito, eu acariciava seus mamilos e seu rosto com meus dedos e planta do pé e gemia com sons que pareciam que vinham de dentro de meu ventre. Eu um novo arroubo ele prendeu uma de minhas pernas em seu peito e a outra rente a cama, e se contorcendo ainda mais convulcionado me arrancou urros que poderiam acordar os mortos e nem pareciam vir de meu corpo tamanha intensidade e minha compleição física, em seguida seu jato de vida jorrou sobre meu corpo nú enquanto meus gritos inda eram ouvidos misturados aos dele que pareciam queimar a garganta como o grito de uma dor intensa.

Ah, como me senti plena, feminina, ao observá-lo no momento do gozo me sentia uma deusa do prazer, sentindo sua vida quente me cobrindo do rosto as pernas, o doce líquido vital do ser amado derramado sobre mim, atravessando meu corpo inteiro como um precioso arabesco decorando minha pele, e deixado como oferenda no altar do deus do desejo, acalmando sua fúria divina que ardeu por nossos corpos.

Enfim, tomamos o banho juntos e lá recomeçamos tudo novamente. E o compromisso? Nem me lembro mais o que era nem porque parecia tão importante.rs

3 Respostas leave one →
  1. 2008 Outubro 30

    numa hora dessas não tem como não se sentir plena.
    beijos

  2. 2008 Outubro 30
    jade permalink

    mas é muito excitante mesmo observar e ser observado em momentos íntimos….fui lendo seu texto e imaginando as cenas nossa bom demais,
    adorei seu texto,

    bjus.

  3. 2008 Outubro 29

    Anda acontecendo causos similares lá em casa hehehehe

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